A jornalista Érika Leal, da Record Brasília, morreu nesta terça-feira (7), aos 47 anos, após permanecer cerca de dois meses internada em coma no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), em Brasília, em decorrência de um acidente doméstico. A morte da jornalista foi confirmada pela própria emissora, onde ela integrava a equipe desde 2019.
Segundo a Record Brasília, a jornalista estava internada desde 30 de maio, depois de se queimar durante uma festa junina, quando estava próxima a uma fogueira, de acordo com relatos publicados por amigos e familiares nas redes sociais. As informações sobre o sepultamento não haviam sido divulgadas até a última atualização da reportagem.

Em nota de pesar, a emissora destacou a trajetória profissional de Érika Leal e ressaltou sua dedicação ao jornalismo. “Érika fazia parte da equipe da Record Brasília desde 2019 e construiu uma trajetória marcada pelo profissionalismo, pela sensibilidade e pelo compromisso com a informação. Ao longo da carreira, participou de importantes coberturas nas áreas de política, economia, cultura e entretenimento, sempre com dedicação, elegância e respeito ao público”, informou o comunicado.
Trajetória da jornalista
A jornalista era formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e mestre em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra. Fluente em inglês, acumulou experiência em televisão, rádio, internet, jornal, revista e assessoria de imprensa.
Antes de ingressar na Record Brasília, onde atuava desde 2019, trabalhou no Jornal de Brasília e na Band. Ela também se mudou para a capital federal para acompanhar a cobertura dos Três Poderes e dos principais acontecimentos de Brasília.
Além das atividades na Record, a jornalista apresentava o programa Interesse Público, produzido pelo Ministério Público Federal e exibido pela TV Justiça.
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