Veja quem são as 3 mulheres mais ricas do Brasil

Íris Abravanel, viúva de Silvio Santos, ao lado do apresentador Íris Abravanel, viúva de Silvio Santos, ao lado do apresentador
Íris Abravanel e Silvio Santos - Foto: SBT

A tradicional lista de bilionários brasileiros divulgada pela revista Forbes nesta quinta-feira, 28 de agosto de 2025, revelou quem ocupa o topo entre as mulheres mais ricas do país. Neste ano, o ranking trouxe um número recorde de 60 nomes femininos — em 2024 eram 48 — que, juntas, somam um patrimônio de R$ 343,7 bilhões.

Apesar de nomes constantemente associados à imagem de riqueza e badalação, como Narcisa Tamborindeguy e Val Marchiori, as chamadas “socialites riquíssimas”, elas não figuram na lista. O levantamento da Forbes mostra que o verdadeiro poder financeiro feminino no Brasil está concentrado em herdeiras e investidoras ligadas a grandes conglomerados empresariais.

Socialite Val Marchiori
Val Marchiori – Foto: Reprodução/ RedeTV

No topo aparece Vicky Safra, viúva do banqueiro Joseph Safra e herdeira do Banco Safra. Ao lado da família, ela reúne uma fortuna de R$ 120,5 bilhões, ocupando a segunda posição geral entre os bilionários do país, atrás apenas de Eduardo Saverin, cofundador do Facebook.

Na segunda colocação entre as mulheres, está Maria Helena Moraes Scripilliti, herdeira do grupo Votorantim, com R$ 26,8 bilhões. A família Moraes tem forte presença na indústria e no setor financeiro brasileiro há décadas.

O terceiro lugar pertence a Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela, representante da família Setubal e acionista da Itaúsa. Sua fortuna chega a R$ 9,8 bilhões, consolidando seu nome no topo do setor bancário nacional.

Além das líderes, a lista de ricas também trouxe novidades, como a entrada de Íris Abravanel e suas seis filhas, herdeiras do patrimônio do apresentador e empresário Silvio Santos. Com fortuna declarada de R$ 6,4 bilhões, a família estreia no ranking feminino.

Com crescimento tanto em número quanto em participação, as mulheres bilionárias reforçam sua presença em setores estratégicos da economia, como bancos, indústria, agronegócio e tecnologia, revelando um quadro de poder econômico cada vez mais diverso no Brasil.