Direitos autorais de música oficial da Seleção serão doados para Instituto Fome de Música

Iniciativa inédita promete auxiliar no combate à insegurança alimentar ao unir música, futebol e solidariedade.

Golaço antes mesmo da Copa começar! Na expectativa para o início dos jogos do Brasil no Mundial de Futebol, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou a música oficial da Seleção: “Bate no Peito”. Já disponível nas principais plataformas musicais do país, a faixa reúne grandes nomes como Ludmilla, João Gomes, Zeca Pagodinho, Samuel Rosa e Veigh. A produção é de Papatinho.

A canção também carrega uma iniciativa social inédita: toda a arrecadação dos direitos autorais será destinada ao Instituto Fome de Música, que combate a insegurança alimentar por meio da doação de alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade em todo o país.

Fome de Música

Criado durante a pandemia de coronavírus com o propósito de ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade, o Fome de Música utilizou lives de artistas como forma de arrecadar alimentos. Desde então, mais de 2 mil toneladas de alimentos foram distribuídas em todos os estados do país.

Agora transformado em instituto, o projeto tem como objetivo combater a fome no Brasil por meio de eventos culturais, shows e campanhas de engajamento. Segundo Azambuja, o instituto acredita no poder transformador do entretenimento, na rede de relacionamentos construída ao longo dos anos e na simplicidade da iniciativa para ampliar o impacto social.

Atualmente, o Instituto Fome de Música trabalha com dois grandes parceiros de distribuição: o Sesc Mesa Brasil e o Rotary, responsáveis pelo levantamento de pessoas que necessitam de doações.

Com impacto direto na vida de milhares de famílias, mais de 2 milhões de quilos de alimentos já foram doados desde a criação do projeto. As informações sobre como contribuir com a iniciativa podem ser encontradas no site Instituto Fome de Música.

Daniel Neblina
Daniel Neblina

Jornalista, trabalho com entretenimento há quase 10 anos, com passagens pela Câmara dos Deputados e Observatório da TV. Além disso, por mais de dois anos fui repórter de Leo Dias.