Carolina Dieckmann pediu desculpas à imprensa e ao público por recusar convites para gravar vídeos, conceder entrevistas e participar de depoimentos sobre Preta Gil no período em que marca um ano da morte da cantora. A atriz explicou que ainda não consegue abordar o assunto, apesar de reconhecer a importância das homenagens e dos documentários dedicados à trajetória da amiga.
Em um vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (15), Carolina Dieckmann contou que passou dias refletindo antes de responder aos jornalistas que a procuraram para falar sobre o lançamento do documentário Preta – Eu Não Ando Só e da série documental Meu Nome é Preta.
“A existência da Preta deve ser comemorada sempre, como esses documentários vão fazer lindamente. Mas essa data, um ano sem ela, é muito dura para mim. Tô tentando processar”, declarou.
A atriz explicou que a proximidade do primeiro ano da morte de Preta Gil tornou o momento especialmente delicado.
“Eu sei que esses documentários são comemorativos, mas esse um ano da partida da Preta não é uma comemoração íntima. Então fica essa dicotomia. É estranho. Eu tentei, mas não tenho conseguido falar sobre isso”, disse.
Mesmo sem participar das divulgações neste momento, Carolina Dieckmann incentivou o público a assistir às produções e destacou a importância da história da cantora.
“É óbvio que eu quero que todo mundo assista. Acho que a existência da Preta tem que ser contada. É uma existência extraordinária. Eu vou aos eventos, mas sei que vai ser um dia difícil para mim. Não é um dia de comemoração”, comentou.
Ao fim da publicação, Carolina Dieckmann voltou a pedir compreensão e explicou que pretende voltar a falar sobre a amiga quando se sentir emocionalmente preparada.
“Sempre que for tranquilizador para mim, ou quando eu sentir necessidade, vou falar dela, como eu venho falando. Mas, nesse momento, que marca esse um ano, está estranho, está difícil. Eu realmente não consegui”, concluiu.
Assista à declaração de Carolina Dieckmann Carolina Dieckmann:
Homenagens marcam um ano da morte de Preta Gil
As declarações de Carolina Dieckmann antecedem a programação especial Quanto mais Preta, Melhor, preparada pela TV Globo e pelo Globoplay para lembrar um ano da morte da artista.

No dia 20 de julho, data que marca um ano da morte de Preta Gil, a TV Globo exibe, na sessão Tela Quente, o documentário Preta – Eu Não Ando Só, dirigido por Sandra Kogut. A produção reúne imagens inéditas e registros gravados pela própria cantora desde o diagnóstico de câncer colorretal, anunciado em janeiro de 2023, além de depoimentos de familiares e amigos.
Entre os participantes estão Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Angélica, Regina Casé, Gominho, Ju de Paula, Ana Carolina, Gilberto Gil, Francisco Gil e Sol de Maria.
Também no dia 20, o Globoplay estreia a série documental Meu Nome é Preta, dirigida por Mini Kerti. Dividida em quatro episódios, a produção revisita a vida, a carreira e o legado da cantora por meio de imagens inéditas e relatos de pessoas que fizeram parte de sua trajetória. Os episódios serão disponibilizados semanalmente, com o último previsto para 8 de agosto, data em que Preta Gil completaria mais um aniversário.
Preta Gil morreu em 20 de julho de 2025, em Nova York, nos Estados Unidos, onde realizava um tratamento experimental contra um câncer colorretal. Carolina Dieckmann acompanhou a amiga durante grande parte do tratamento e permaneceu ao lado dela até o dia de sua morte.
Confira mais notícias nas redes sociais do jornalista Daniel Neblina.




