Andressa Urach usou as redes sociais para relatar um momento delicado relacionado à sua saúde mental e revelou que chegou a buscar ajuda médica, incluindo a possibilidade de internação voluntária. Em uma sequência de publicações, a influenciadora descreveu dias difíceis e detalhou como enfrentou uma nova crise do transtorno de personalidade borderline.
“Essa semana eu busquei ajuda médica, inclusive com possibilidade de internação voluntária. Mas, com o apoio da minha família, consegui me acalmar”, escreveu Andressa Urach ao explicar que contou com o suporte familiar para atravessar o período mais intenso.
Nos relatos, Andressa Urach também explicou como o transtorno borderline se manifesta em sua rotina. “É uma intensidade emocional muito grande. É sentir tudo ao extremo, às vezes sem controle”, disse ao descrever os efeitos da condição, que envolve instabilidade emocional e comportamental.
A influenciadora chamou atenção para fatores que podem agravar crises, como pressão, estresse e excesso de problemas no dia a dia. “Quando existe excesso de problemas, isso pode desencadear crises ainda mais fortes. A mente fica sobrecarregada e o corpo responde”, pontuou.

Andressa Urach ainda destacou a importância de não rotular pessoas que convivem com o transtorno. “Quem tem borderline não é ‘difícil’, está em sofrimento”, escreveu ao defender mais compreensão sobre o tema.
Ao abordar o tratamento, Andressa Urach ressaltou a necessidade de acompanhamento profissional e de uma rede de apoio. “Buscar ajuda médica, fazer terapia, ter acompanhamento… isso é essencial. Mas também existe algo muito importante: ter alguém que te escute, que te acolha”, declarou.
A influenciadora também compartilhou aprendizados recentes, como a importância de reduzir o consumo de informações e se afastar das redes sociais durante momentos de crise. Além disso, mencionou práticas simples para ajudar no controle emocional, como respirar com calma e descansar.
Por fim, Andressa Urach incentivou seguidores que enfrentam situações semelhantes a procurarem ajuda. “Se você se identifica com isso, não ignore. Procure ajuda. E lembre: você não está sozinho(a). Sua vida importa”, concluiu.




